Fofoca (in)fértil
Hello Darlings!
Que mania que as pessoas têm de andarem sempre a perguntar: «Então, quando é que vêm os filhos?». Pois a minha querida amiga Sandra Bullock, de 44 anos, também não acha piada nenhuma. Há uns anos atrás, na estreia do filme “Infamous”, a actriz zangou-se com um jornalista que lhe perguntou se ela e o marido estavam à espera dum bebé. A nossa lindíssima Sandra exaltou-se e, apontando um dedo na cara da jornalista, disse: «Meu Deus, essa pergunta é horrível. E sabe que mais? E se eu não pudesse ter filhos?» É assim mesmo, Sandra. Apoiado!
Deixo aqui um desafio: o que é que gostariam de dizer às pessoas quando vos fazem este tipo de perguntas?
IVF Fashion
Maternidade: experiência e função
Que significado teve para si uma experiência como a maternidade?
Pina Bausch: É um assunto sobre o qual não posso, nem quero, falar. Dou-lhe um exemplo. Durante toda a vida, as mulheres têm seios e, naturalmente, sabem porquê, mas nunca pensam nisso. De repente, descobre-se a sua verdadeira função.
(in: O Teatro de Pina Bausch, de Leonetta Bentivoglio)
Voz emprestada: Antes de adotar…

Antes de adotar, é preciso elaborar o luto pelo filho não-gerado
«Aproveitando a proximidade do Dia das Mães e o recém-aprovado cadastro único de adoção no país, a psicóloga Luciana Leis nos escreveu um artigo muito interessante sobre o tema. Assino embaixo as colocações, especialmente quando ela diz que, antes de partir para a adoção, é preciso elaborar o luto pela perda do filho biológico que não foi gerado.
Penso que elaborar esse luto não significa, muitas vezes, enterrar em definitivo o sonho de gestação. Conheço dezenas de histórias de gravidezes improváveis após uma adoção. O importante, porém, é reconhecer que as tentativas frustradas de gravidez implicam luto e elaborá-lo é fundamental para o exercício de outras formas de maternidade.»
Versão completa: http://claudiacollucci.blog.uol.com.br/
PostSecret
Voz emprestada: “O senhor do adeus”
«Há personagens que fazem parte da nossa vida sem que com elas tenhamos trocado uma só palavra. Habituamo-nos à sua presença e são como que património da nossa vivência. Hoje apeteceu-me falar de uma destas personagens. Há já muito que lhe quero dedicar um post e hoje resolvi finalmente fazê-lo. Escolhi-o porque passo por ele todos os dias e porque é suficientemente carismático para me roubar algumas palavras escritas.»
Versão completa: http://aromadeamora.blogspot.com/2008/06/o-senhor-do-adeus.html
Tudo por um Filho…
A capa do P2 da edição de hoje do jornal Público (17/06/2008; ed. online, 5h:33m) abre com a imagem que se supõe ser do rosto algo macerado, embora ainda jovem e inocente, da mulher que raptou um bebé no Hospital Padre Américo,
http://jornal.publico.clix.pt/
Um ano de “Vozes Amigas”
“You must be the change you want to see in the world” - Mahatma Ghandi
Foi este o lema escolhido há um ano atrás para a nossa rede de Grupos de Apoio. Um ano depois, a mudança é já bem visível:
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Já não sentimos vergonha, porque sabemos que a infertilidade é uma condição médica;
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Já conseguimos falar abertamente sobre a nossa doença e assim “mudar” também as pessoas à nossa volta;
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Descobrimos caminhos e novas direcções, onde antes apenas havia portas fechadas;
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Já não nos sentimos tão sozinhos, porque sabemos que há um cantinho especial onde vamos recarregar as baterias e alimentar a esperança quando ela começa a faltar.
E graças a todos vós, a mudança já se começa a sentir no mundo que nos rodeia. Os sinais são visíveis.
Um agradecimento muito, mas mesmo muito especial a todas as Coordenadoras dos nossos Grupos de Apoio; pela vossa dedicação, pelo carinho com que se dedicam a este projecto. Podemos dizê-lo assim: sem vós, nada disto seria possível!
João Sem-Irmãos
«João sem-irmãos é a história de um menino que não tinha irmãos. O João habituou-se a brincar sozinho e a fazer de cada árvore, de cada rajada de vento, seus companheiros e irmãos. Conheceu o Afonso, que tinha 6 irmãos e não sabia como brincar e como viver quando eles não estavam presentes. O João não tinha aqueles medos e ajudou-o a tirar o melhor partido da vida, mesmo estando sozinho.»
De Paula Pato e Paulo Oliveira; Ilustração de Paulo Oliveira
Fica aqui a recomendação deste livro para todos os pais que, tal como eu, não conseguem ou não querem ter mais filhos. Através do imaginário infantil, João explica aos meninos que também há coisas boas em ser filho único.
www.webboom.pt/ficha.asp?ID=171526
Voz emprestada: “É preciso escoar a tristeza”
«Dr. Ricardo me liga pedindo ajuda para a divulgação de um evento na clínica de reprodução. Diz que freqüentemente acessa o blog e que, ultimamente, vem me achando triste. Pergunta se está tudo bem e se tem algo que ele possa fazer para me ajudar. Agradeço e digo que a tristeza faz parte do processo da dificuldade de gravidez. E que eu não me furto de vivê-la e nem de dividi-la neste espaço. Do contrário, não estaria sendo honesta com vocês, minhas queridas amigas virtuais.
Disse a ele que o meu lema é sempre abrir os canais para que a tristeza escoe. Deixá-la represada é o mesmo represar um rio. Uma hora ele estoura e a inundação é sempre muito pior. Também falei para o Ricardo não se impressionar com os posts tristes porque nesse espaço também há mensagens de esperança, de otimismo e de alegrias. Afinal de contas, essa também sou eu.»
Versão completa: http://claudiacollucci.blog.uol.com.br/
Viva o Stº António
«As festas juninas guardam sinais de tradições. Inúmeros povos da Antiguidade, como os celtas, os egípcios e os persas, celebravam Juno, o deus da fertilidade, durante o solstício de verão – o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que no hemisfério norte ocorre em junho. Ao pé da fogueira, eram feitas oferendas para garantir a boa colheita, espantar os maus espíritos e trazer a prosperidade. Com o tempo, a Igreja Católica aliou essas tradições a seu calendário.
Por aqui [Brasil], as comemorações do mês de Junho foram trazidas pelos portugueses e se uniram aos costumes indígenas (que também cultuavam o fogo) e aos dos negros. Desse caldeirão de culturas, veio o nosso jeito de festejar, com dança (quadrilhas), bandeiras coloridas e comida à base de amendoim e milho. Para agradar a Santo Antônio, que recebeu o título de casamenteiro, em seu dia, 13 de Junho, é erguido um mastro com sua imagem na ponta. Quem quer encontrar seu par tem que colocar a mão nele. Essa e outras simpatias fazem parte da festa. »
http://bonsfluidos.abril.com.br/livre/edicoes/0098/03/03.shtml
IVF Fashion
Ainda sobre abelhas…

Cadeiras
«Esta pintura representa uma sala de espera, numa clínica de infertilidade; queria algo mágico. O quadro está cheio de símbolos. As abelhas são as pessoas que trabalham com o Doutor (a cadeira). As abelhas trabalham arduamente, levando o pólen de flor em flor, para as fertilizar.»
Carmen Martínez Jover é uma artista plástica que tem uma paixão por “cadeiras”. O seu trabalho desperta-nos sentimentos de felicidade, de estar-junto, de solidão, de tristeza. Utilizando cores vivas, as suas pinturas contam-nos histórias de muitas famílias e emoções. As representações de cadeiras começaram por ser a sua forma de expressar sentimentos pessoais de tristeza, frustração ou impotência em relação à infertilidade; graças a estes momentos de meditação interna, conseguiu assim criar novas formas de expressar o seu amor pela vida e de persisitir na vida.
Fofoca (in)fértil
Hello Darlings!
Quem é fã de ER que se acuse. Cá estou com o dedo no ar…! Já agora, alguém sabe o nome da actriz que dá vida à personagem de Dr. Elizabeth Corday? Lembram-se daquela médica que teve um romance com Benton e depois mais tarde casou com Mark Greene (o que eu chorei quando ele morreu…). Quem pensou em Alex Kingston, acertou!
Alex Kingston batalhou 6 anos contra a infertilidade, até conseguir a sua menina, Salome, em 2001. Diz ela: «Desde os meus 18 anos que sonho ser mãe e nunca pensei que teria problemas. Mas apercebi-me durante o meu primeiro casamento [com Ralph Fiennes] que isso não iria acontecer de uma forma natural. Não foi diagnosticado qualquer problema. É daquelas coisas. Como não iria acontecer naturalmente, o Florian [marido actual] e eu decidimos avançar para FIV.»
Diz a Alex que os tratamentos eram muito desgastantes, sobretudo quando tinha que passar 15 horas nos estúdios a gravar. A actriz teve tanto medo que os tratamentos não resultassem, que optou por não dizer a ninguém nos primeiros meses. Foi o apoio incondicional do marido que a ajudou a ultrapassar os momentos menos bons. Procurou também a ajuda de uma psicóloga e praticou ioga. Coisas que a gente percebe…
Quando questionada pelo Guardian sobre como se sentiria se a maternidade lhe tivesse escapado, diz a Alex: «A ideia de não vir a ser mãe não me assustava, porque nunca pensei que conseguiria mesmo engravidar. Já estava a tentar há tantos anos e nada; bem lá no fundo já tinha aceitado que nunca iria acontecer. Mas sim, ter-me-ia arrependido. Ainda hoje quero dar um irmão à minha filha. Pode ou não resultar, posso até ter sido uma sortuda por ter já uma criança.»
Hoje a Alex Kingston apoia a HER trust, uma associação que se dedica a investigar a “infertilidade inexplicada”, aprofundando as questões que ainda não têm respostas.
CTT - Fazer comunidade

S. Pedro de Rates

«S. Pedro de Rates é a maior freguesia do concelho da Póvoa de Varzim (com uma área de 1.383 ha). Desconhece-se a sua origem: a maior parte dos estudiosos afirma-a anterior à ocupação romana ou, pelo menos, do tempo desta (o que o termo “ratis” parece comprovar).»
www.cm-pvarzim.pt/municipio/juntas-de-freguesia/s-pedro-de-rates
«Conta a tradição que S. Pedro de Rates foi convertido ao Cristianismo pelo Apóstolo S. Tiago, aquando da sua peregrinação pela Hispânica, no século I. Durante essa viagem, cumprindo a missão de difundir a mensagem de Cristo, morto e ressuscitado havia pouco tempo, foi deixando sementes que germinaram e fortaleceram as raízes da Igreja Católica Apostólica Romana, num império hostil à nova Fé. Pedro seria um dos 7 varões ordenados pelo Apóstolo, em Santiago de Compostela, e nomeado bispo de Braga.
Na lenda, o episódio que fez dele um mártir teve origem num milagre: solicitado para curar de doença fatal a filha de um poderoso pagão, S. Pedro de Rates conseguiu-lhe tal dádiva. Reconhecida, converteu-se ao Cristianismo, o que causou a ira do pai e consequente desejo de vingança. Avisado, o Santo refugiou-se em Rates, mas foi aí encontrado e assassinado. Ficou sepultado sob as ruínas da pequena capela onde tudo aconteceu, pois, à semelhança da vida do religioso, também foi destruída.
Tempos mais tarde, do alto do monte onde se refugiara, o eremita S. Félix vislumbrava uma luz na escuridão. Guiado pela curiosidade e pela convicção de um chamamento piedoso. Dirigiu-se ao local, procedeu à remoção das pedras e encontrou a causa de tal clarão: o corpo de S. Pedro de Rates.
A transladação do corpo intacto para a Sé de Braga faz, também, parte da lenda. Os factores reportam-se somente à transferência, no século XVI, pelo arcebispo Frei Baltazar Limpo, de relíquias do Santo (pequenos ossos que análises realizadas apontam ter pertencido a uma criança com cerca de 12 anos). O corpo, se alguma vez existiu, teria já desaparecido.
Muito devoto do seu Santo, a Vila de Rates colocou-se sob o seu cuidado. Nos limites definidos pelo caminho do cerco ele vela para que nem fome, nem peste, nem a guerra toquem nos seus protegidos. Para tal pode contar com o apoio de S. Sebastião, que é igualmente celebrado pela paróquia, a 20 de Janeiro.
Invocado para muitas graças, S. Pedro de Rates é, no entanto, associado à esterilidade. De uma antiga fonte com o seu nome diz-se que se poderia obter a cura da enfermidade, cumprindo o seguinte ritual: a mulher deveria sentar-se sobre uma pedra furada que aí existia. Talvez por ser mercê tão divina, tem o Santo fama de vingativo para com quem não cumpre o prometido. É, provavelmente por receio desse “humor”, que muitas mulheres grávidas guardam o dia do Santo – 26 de Abril – e até para os animais fêmeas no mesmo estado não é aconselhável a utilização nos trabalhos.»
www.cm-pvarzim.pt/turismo/conhecer-a-povoa/lendas-e-crencas
Saving Grace

É uma história tocante. No suplemento do Guardian, Grace, uma mulher do Malawi, infectada com o vírus da Sida, espera agora um filho. Grace retrata a triste realidade de muitas mulheres nesta parte do globo. Depois da morte da filha e do marido, também infectados com o vírus da Sida, previa-se que o seu destino tivesse o mesmo desfecho. No entanto, depois de o Guardian ter publicado a sua história há uns anos, uma instituição humanitária interessou-se por ela e Grace passou a tomar um cocktail de medicamentos, que lhe permite levar a vida com certa normalidade. Entretanto arranjou um namorado, porque esta é a forma de as mulheres arranjarem sustento na sua comunidade, e entretanto o sonho voltou à sua vida, com a chegada de um filho. Às vezes um bebé é razão para viver duas vezes…
“Then I wonder, I wonder,” she says, hardly able to believe what had happened. “For two and a half months I was worried. But I went to friends and talked. The friends say ah, Grace, don’t worry. Everything is the work of God.” Now, she says, “I want to have a baby. I have no baby. I’m happy to have a baby.”
http://www.guardian.co.uk/world/2008/jun/07/aids.internationalaidanddevelopment
Voz emprestada: “Mundos”
«Deve acontecer com a maioria das pessoas mas sinto muitas vezes que a minha vida se divide em vários mundos, cada um deles habitado por certas pessoas e confinados a determinados locais. O mundo do trabalho, o mundo do lazer, são povoados, na sua maioria, por pessoas distintas e em locais claramente diferenciados. Na verdade esta situação não tem nada de original, mas o que é certo é que habituou o meu cérebro a uma determinada formatação.»
Versão completa: http://aromadeamora.blogspot.com/2008/01/mundos.html
O sexo errado…

As diferenças entre as legislações nacionais sobre a procriação medicamente assistida são um assunto cada vez mais crítico num mundo globalizado, onde o turismo na área médica se tem vulgarizado ao ritmo da mobilidade das pessoas, à custa das ‘low-cost” e de agências de viagens com nomes como tão sugestivos como ”Taki Talá”. Nos últimos anos têm aparecido relatos crescentes de práticas eticamente questionáveis em países algo “desregulados” no que diz respeito à PMA, como é o caso da Índia, onde os limites de idade para a adopção da gâmetas são extremamente “fluidos”. Notícias cruzadas em jornais do Reino Unido referem um casal de cidadãos ingleses (ela com 59 anos e ele com 72 anos), de origem indiana, que acaba de dar à luz gémeos que aparentemente não queriam levar para casa, por serem do “sexo errado”, uma vez que nasceram meninas em vez de rapazes. Ora, na tradição “macho” da sua comunidade de origem, apenas os homens garantem o prolongamento honrado do nome da família. Casos como este tornam mais premente que nunca a regulação internacional da PMA, mas ilustram sobretudo algo que a História recente tem sido pródiga a mostrar: não há tecnologia que por si só consiga reformar o atavismo das mentalidades.
Infertility
Samira Abbassy
Infertility, 1999-2000
IVF Fashion
Da infertilidade como jogo e acaso
«Os chamados ‘jogos de sorte e azar’ são jogos nos quais a possibilidade de ganhar ou perder não dependem da habilidade do jogador, mas sim exclusivamente da sorte (ou do azar) do apostador. Encabeçando essa categoria temos o jogo da roleta… Neste tipo de jogos, os prémios são determinados pela probabilidade estatística de acerto ou de erro.»
Fofoca (in)fértil
Hello darlings!
Iniciamos uma nova rubrica no nosso Blog APFertilidade, dedicada agora à chamada “fofoca” e a outros assuntos VIPs. A infertilidade não toca só a nós, que somos ”common folks”, também chega às estrelas, mesmo às mais altas lá no céu de Hollywood… A grande diferença é que eles terão mais €€€€ e não costumam passar pelas listas de espera da MAC.
Ora, uma das estrelas que mais admiro pela sua honestidade é a lindíssima Marcia Cross de “Desperate Housewives”. Pois fiquem a saber que esta menina deu à luz, aos 44 anos, gémeas, fruto de doação de gâmetas.
Diz a Marcia Cross numa entrevista, «I don’t like the average woman being misled into thinking that fertility is something that goes on forever. When a woman gets older, they get a donor egg, which doesn’t make the baby any less beautiful or perfect. One’s own eggs only last so long, and sometimes at 43 or 44 you can have your own baby, but statistically it’s very difficult and expensive. You don’t want to wait that long.»
Parabéns, Marcia!
Obstinadamente…

«Não conseguia encontrar uma palavra que exprimisse simplesmente essa espécie de interesse humano; mas creio que essa palavra existe em latim: é o studium. É pelo studium que eu me interesso por muitas fotografias, porque é culturalmente que eu participo nas figuras, nas expressões, nos gestos, nos cenários, nas acções. Um segundo elemento vem quebrar o studium: desta vez não sou eu que vou procurá-lo, é ele que salta da cena, como uma seta. O punctum de uma fotografia é esse acaso que nela me fere. Muitas vezes, o punctum é um ‘pormenor’, isto é, um objecto parcial, aquilo que eu vejo obstinadamente…»
[R. Barthes, A Câmara Clara]
Escrever a Caminhada
«Escrever é uma actividade essencialmente humana. A escrita representa a linguagem através de um conjunto de signos. Há cerca de 6 mil anos, a escrita desenvolveu-se porque as pessoas precisavam de registar, fazer contas, mas também porque queriam “contar” histórias.»









